Álcool de baixa qualidade

Pra ajudar a conter minha ansiedade enquanto espero meu voo pra Kuala Lumpur, vim contar um causo que pode ou não ser verídico, que pode ou não ter acontecido com alguma Neusa que vocês conheçam.

Tudo começou numa bela noite recheada de calor nas ilhas Phi Phi, sul da Tailândia.

Agora que escrevi a intro, vi que tinha tudo pra ser uma história glamurosa. Mas não criem expectativas.

Meu migo e eu nos perfumamos, botamos belas brusinha e partimos em direção à praia Doh Dalum, lugar este que o capeta usa para angariar almas.

Escolhemos um dos vários bares pra rebolar nossa bunda, compramos umas cervejas e ficamos ali na pista.

Se você tá esperando uma história com começo, meio e fim, pare agora. 

Não sei que hora da noite eu tive a ideia de comprar um balde de pinga. Mas era um baldinho mesmo. Parecido com esses que criança leva pra praia. Ele vem com muito gelo, muita cachaça vagabunda de péssima qualidade e algum softdrink.

Mermão…

Eu não desejo pra ninguém o que passei aquela noite.

Tudo bem que quase derrubei o cu da bunda, tudo bem que avaliei vários peitorais, tudo bem que … não, pera, já chega.

No meio dessa fritação toda, chega uma hora que a gente tem que mijar. Fiz a Close e fui em rumo do mar mesmo, porque jamais eu iria num banheiro aquelas horas. E só Deus sabe onde que estavam minhas havaianas…

O diabo da maré tava baixa e tivemos (lógico que meu migo foi comigo) que andar léguas pra entrar na água. Chegamos num ponto que tava só a pedra, aí foi show de queda… Mas foder as canelas não foi o pior…

Segura minha mão aqui: eu não podia fazer xixi, sabe porque? Porque se eu mijasse, eu cagava.

Andrezinho me segurou pelo braço enquanto eu andava de volta pro hotel igual um pinguim, tinha horas que eu parava pra segurar o cu senão a bosta vinha. Laxante de cu é rola – eita, ficou feio. Mas o que eu quero dizer é que nada faz a gente cagar mais que álcool vagabundo.

Cinco minutos de caminhada nunca demoraram tanto na minha vida, e quando eu vi a escadaria eu tive certeza que Deus tinha me abandonado. Mas venci. Consegui chegar na privada.

Caguei pra porra. Bêbada carai. Mas não até entrar no chuveiro… Porque foi ali que o cão que butô a pinga pa nois bebê riu da minha cara.

Tenho muita dó de André Ayres que foi quem teve que cuidar pra eu não morrer, que, segundo relatos, me trancou pra não voltar pra fertinha, segurou minha boca pra nois não ser expulsa e acalmou meus amigo – quando eu bebo eu ligo pra todo mundo 😊. E me botou pra dormir. Beijos migo te amo.

Fin 

Eu avisei que não tinha pé e nem cabeça. Beijos na alma.

Quando a gente casa a única irmã

Bem verdade, tenho o esboço deste texto há alguns meses. Mas só hoje consegui digitar as palavras.

Mas justamente hoje vi as fotos do casamento da minha irmã. Minha única irmã. Obviamente, chorei tudo de novo. Porque se tem um dia que eu chorei na vida foi no dia em que ela se casou.

Eu chorei de alegria, chorei de tristeza, de medo, de angústia, chorei de uma saudade antecipada.

Chorei de alegria porque ela é a noiva mais bonita que eu já vi na vida, não importa o quanto piegas isso soe pra você, eu sei que não estou mentindo. Minha alegria era justificada porque eu sei que ela escolheu um marido tão bom quanto nosso pai (e melhor que esse não há). Se ela estava feliz, eu também estava feliz. E muito!

Mas como não se entristecer quando a pessoa que segurou minha mão toda noite por tanto tempo não estaria mais ali na cama ao lado, ou no quarto ao lado? E se eu precisar ir ao banheiro a noite? Quem eu vou chamar? E se eu quiser ir na perigosa cozinha de madrugada? Quem vai comigo? Isso dá medo.

E a angustia que dá de saber que a gente não vai se ver mais todo dia? Que não vai ter briga, que não vai ter uma tagarela falando alto, que não vai brigar comigo pela minha bagunça? Não, pera, minha mãe ainda briga. Mas é diferente, mãe eu não posso responder de volta.

Por fato não fomos aquelas irmãs/amigas/cúmplices, mas eu sei, eu tenho certeza que com ela no mundo, eu nunca vou estar sozinha e nem desamparada. Eu sei que com ela ao meu lado, ninguém vai me fazer mal e ficar impune. Prova disso é a bofetada que ela deu numa coleguinha quando a gente brincava na calçada do padre Cícero lá em Miracema, em 1900 e tal.

Eu poderia dizer aqui o quanto ela me apoia, o que quanto me ajuda, me aguenta (menos bêbada, ela odeia gente bêbada)… Eu poderia citar inúmeras memórias, mas não tem necessidade. Nós sabemos de tudo isso, e o mais importante: não vamos nos esquecer nunca. Afinal, somos irmãs.

Paula, eu nunca pensei, e por nunca pensar, não aproveitei bem o tempo em que moramos juntas, e eu sinto saudade. Todos os dias.

Por mais triste que possa parecer, mas não é; sabemos que é assim que a música da vida toca. E por mais saudade que eu sinta, eu não quero que você volte enquanto você estiver feliz em outro lugar.

Eu te amo muito, eu sempre te amei muito, eu sempre vou te amar muito.

A/C Ana Paula

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Férias de cu é rola

Minhas tão sonhadas férias começam em duas semanas. Istambul, Tailândia, Kuala Lumpur, Cingapura. ♥️

Tô feliz e não tô. Uma amiga danada viu os tickets dando sopa por 400 reais roundtrip, mas não emitiu os bilhetes dela. Sentimento: mix de tripa anal inflamada com farpa debaixo da unha.

Tô mais gorda que nunca. Alguém conhece um cagante poderoso? Uma dieta milagrosa? Macumba? Garrafada? Só não vendo a alma, de resto, vem de zap. Ô expressãozinha-inha…

Em tempo: nunca amei tanto um título de post.

Trilha sonora:

Paquistão dia 11, quase 12. FIM

Dia 11

A programação do dia era a seguinte: íamos até a embaixada e depois pra Lahore. Meu voo saía na madrugada seguinte. Tomamos café da manhã no hotel mesmo. Eu já tava meio rebelde, me sentindo culpada também, não aguentei a enrolação do povo (leia-se sogra) pra descer e fui sozinha mesmo. Não demora 2 min vem o sogro e o tio e Samreen no meu rastro. Tudo que eu queria na vida era um pão francês com manteiga e café preto. É lógico que só tinha pão frito com pimenta.

Depois de duas horas pra completar o café da manhã, vamos todos pra embaixada. Lá é tipo assim: tem uma mini rodoviária de onde partem os ônibus pra embaixada que vai te atender, nesses ônibus só entra quem tem hora marcada. Pra entrar lá tem detector de metal, mas se apita pra mulher não dá ruim. Homem é revistado. Isso não é sempre assim, vejam o relato no aeroporto logo mais.

Dividiram o povo em dois grupos para entrevista. O irmão mais velho e família. O meu sogro e titia Zahida.

Eu pensei muito se contaria o fato a segui aqui no blog, mas sabe o foda-se? Tá ligado. Então pega a pipoca.

Geral que ia pra entrevista entrou no ônibus, ficamos na rodoviária, Fafá, tio Abdul, Ayesha e eu. Sabíamos que ia demorar até eles voltarem. Fawad danadinho e yo fugimos do tio e da irmã.

*insira aqui seus pensamentos malignos*

Voltamos ao encontro deles depois de um tempo, nada ainda do povo voltar. Tinha um lugar pra rezar. Tinha um lugar pra comer. Tinha uns lugares pra sentar.

Fui ao banheiro, mas eu estava desprevenida e sem lencinhos (jamais abandonem seus lencinhos, não importa o lugar). Fui de privadinha em privadinha pra ver se dava a sorte de ter uma com papel higiênico… No meio do caminho uma moça pergunta se preciso de ajuda. Falei que não tinha papel e ela disse: mas tem água. Sim, tem água, mas como que seca depois? Não seca, fia. Atá. Dei meia volta, catei uns guardanapos da lanchonete e fui aliviar minha bexiga.

Depois do que pareceu uma eternidade, aparece Samreen e as crianças. Ela não trouxe boas notícias. Pra resumir: no meio do caminho o pai do Fawad perdeu o passaporte e não foi entrevistado. A galera que sobrou foi toda junta e a sogrinha, segundo Samreen, não calou a boca um segundo, o que fez meu cunhado fofom se desconcentrar todo e responder perguntas básicas, do tipo: vai ficar quanto tempo lá? 15 anos. Era pra dizer que 15 dias. Fudeu foi tudo. A tia da immigration negou o visto da patota. Fiquei triste e fiquei feliz. Sou má, eu sei. Triste porque gente ia pra dirnei e Samreen seria a única companheira nas aventuras. Feliz porque não ia ter sogra pentelha. Mas respeitei o luto. Das vezes que estive em Orlando nem passei perto de parque pois sou roliça e se tem uma coisa que tenho preguiça é de fila. E na boa, quais duzentos obamas o ingresso. Sou pobre.

Voltando. No meio dessa presepada, meu sogro acha o bendito passaporte e ainda pode fazer a entrevista. Foi o único que escapou. Amém.

Ficou um clima de luto no ambiente e eu fiz a egípcia. Fomos almoçar pra depois ir pra Lahore. Eu ainda queria ir no mercado gastar umas rúpias que me sobraram.

Fomos almoçar mas eu nem tava com fome, mas não era uma opção não pedir comida. Pedi macarrão pra ver se pelo menos isso dava pra vir sem pimenta. Não, não dá. Faaz tava fazendo birra pra não comer e veio sentar do meu lado. Comeu a única comida minha que não tinha pimenta: as batatinha frita. Carnicinha. ❤

Na hora de ir embora me deu um revestrés. Fiquei meio tonta. Parecia que ia desmaiar. Vomitei tudo. Quase que vai na sogra que tava na porta hehehe

Para quem tá pensando: não, não embuchei.

Queriam me dar uns remédios mas fiquei com pezinho atrás, falei que tava tudo bem, que a culpa era da pimenta.

Voltamos pro hotel pra pegar as coisas e ir embora. Lógico que esse processo n-a-d-a simples deve ter demorado umas três horas. E eu T-I-N-H-A que passar na Faisal Masjid. Foda-se que tava chovendo. Enquanto a sogra fazia sabe Deus o que, Fawad me levou pra ir ver a mesquita junto com a Ayesha e meu sogro fofinho.

Eu achei que ia dar sorte e só ver a veia da vassoura de novo em Lahore. Ledo engano. Na mesquita mesmo ela já pulou pro carro que eu tava. Muito ódio.

Rolê mais curto da vida e seguimos viagem. Logicamente a sogra mais uma vez tentou me converter. Dessa vez eu estava com mais paciência e menos mal criada. A gente conversou de boas até ela desistir. “She can’t be convinced” em citação literal.

Chegamos em Lahore já a noite. Fui direto pro Anarkali Bazaar com uma brima vagaba e o querido Naheem. Mas foi bom porque assim eu podia torrar minhas rúpias sem culpa. Até então eu não tinha gastado um centavo meu pois as tia num deixava

Gente, vocês acreditam que a cretina da prima pegou uma briga com um vendedor e saiu falando pra família que EU tinha gritado com o moço? Nossa mais eu fiquei puta. Ainda mais porque só descobri meses depois. Contei pra todo mundo que ela tem namorado. Se tá viva eu não sei pois ela me bloqueou nas redes sociais. Sorry, ném, i ain’t sorry :*

Voltei depressinha pra casa pra tacar tudo na mala e me arrumar pra ir embora. Já estávamos perto do dia 18. Dia de voltar pra casa. Meu voo partiu às 3h40 daquela madrugada.

Tomei um banho depressinha e botei a roupa de partir, tia Moona colocou um véu na minha cabeça aos prantos. Tão fofa… Fiquei muito triste em ter que ir embora, todos foram todos muito legais comigo. Impliquei com a sogra mas não a culpo, mas também não me culpo. Enfim, doeu partir, mas a saudade de casa estava doendo mais. Então não fiquei tão triste.

Conversamos um pouco e chegou a hora de dizer au revoir. Fawad, sogrinho e sogrinha, tio Abdul foram me deixar no aeroporto. Acho que bateu o cão arrependido na tia Zahida e ela me disse coisas muito fofas no caminho.

Chegamos na baderna que é o aeroporto Allama Iqbal e eu digo que se eu tivesse sozinha, eu tava lá até hoje. Impossível entender pra onde tem que ir… Mas meus migos me colocaram no lugar certo.

É mais ou menos assim: pra fazer o check in você tem que passar pela segurança, e só quem tem cartão de embarque pode entrar, ou seja, quem tiver te acompanhando te larga literalmente na porta.

Tava lá eu, linda, fina, graciosa de hijab. A famiglia me encarando com olhinhos de gatinho de botas, eu queria chorar também. Não vou mentir. Mas chegou agora do verdadeiro adeus ou até logo, nunca se sabe. Abracei a única pessoa que eu podia: minha sogra pois era a única mulher, o resto foi só aperto de mão mesmo. Fafá disse o que sempre me diz toda vez que a gente se despede: don’t worry, I’ll bring you back to me soon. Quem precisar bota essa merda no tradutor que não to com pasiensia. Às vezes isso se cumpre, às vezes não. Isso era em março, nos vimos novamente em junho. Ele estava trabalhando no escritório de Orlando e eu me despachei pra lá. ( :

Finalmente dei tchau pra todo mundo e entrei no saguão do check-in. Botei a malinha na esteira do raio X, passei pelo detector de metal, tudo tranquilo. Não. Nada disso. Dei dois passos com minha mala e um puliça me para. Pediu meu passaporte e ficou naquele “cara/crachá” infinito. Ele perguntou alguma coisa em urdu. Respondi, em urdu, que não entendo urdu, apenas inglês. Ele não sabia ou não queria falar inglês e, por sorte, um moço da fila fez a gentileza de traduzir. O policial queria saber o que eu tava fazendo no Paquistão.

Oxe, tem imigração até pra sair dessa budega? Pensei. Quer dizer que se não permitirem minha saída to presa aqui? Pensei.

Mas meu cu tava trancado mesmo, é que em nenhum momento o policial me devolveu meu passaporte. E ele olhava pros lados, olhava pra mim, fazia perguntas. Se esse homem some com meu lindo documento, eu ia fazer o que da vida?

No fim ele me liberou, não sem antes me revistarem. Vei, sacolejo na baquestón é muita humilhação. Uma tia lá colocou minhas mala numa mesa, na frente de todo mundo mesmo e abriu. Eu nunca me senti tão feliz por não saber arrumar mala. Calcinha e sutiã foram as primeiras coisa saíram lá de dentro. Uma beleza! Pelo menos não me apalparam.

Fiz meu check in de bouas, parti pra imigração, a paquistaneusa fez a gentileza de carimbar a saída em cima do meu visto dos eua só pra ter varias perguntinha quando eu for lá de novo, but tudo bem.

Sentei perto do portão, dessa vez com poucos olhares pois eu estava camufladinha com pano na cabeça. Comprei uma água e comecei a chorar.

Era depois das duas da manhã e tava calor, o povo fuma dentro do aeroporto, outro povo tenta te vender as coisas, uma merda. Mudaram o portão de embarque, achei que o voo ia atrasar, mas saiu na hora.

Na avión chorei até dormir e acordar em Abu Dhabi. Aquele aeroporto é enorme, eu tinha 2 horas pra conexão e quase não deu tempo de chegar no outro portão. No meio do caminho arranquei o véu da cabeça… Como tentativa frustada de conforto, a vida não mandou nenhum golimar do meu lado e pude chorar deitada dessa vez.

Cheguei em GRU 5 da tarde, depois BSB às 20h, cheguei em PMW perto da meia noite ou pouco depois. Não lembro.

Só fui ser feliz de novo quando encontrei minha família e o king me esperando.

FIM


Finalmente! Depois de mais de um ano… Peço desculpas se por vezes os fatos fugiram de alguma ordem cronológica ou faltam detalhes, mas não fiz, não faço e não sei fazer diário de bordo. Foi tudo de cabeça e com ajuda das fotos que tirei. Obrigada pela paciência, obrigada em especial aos poucos amigos que me motivam a escrever. Amo vocês.

Mochilão Bolívia e Peru – Parte 3

Cheguemo na bela Sucre com direito a paradinha em Cochabamba apenas para correr de um avião pra outro. O aeroporto de lá e novinho e longe pra porra do centro da cidade. Não tem uber lá e o taxi é tabelado, se não tô errada, a corrida custa 60BOL.

Quer review da Boliviana de Aviación? Uma desgraça. Eles servem uns skiny fritos no voo que é uma beleza pra quem tá precisando de uma diarreia, a aeronave era capenga e parecia que as janelas ia sair voando a qualquer momento. Mas até que foi tudo tranquilo no fim das contas. Voaria de novo? Se for a cia com preço do tíquete mais baixo, com certeza.

Voltando. Wan tarra mei puta porque a companhia supracitada estragou sua mochila 😦 Nos primeiro dias ficamos no Hostal CasArte Takubamba. Mais uma review? Amorzinho. Tem uma vista bonitinha do terraço, o café da manhã é muito gostoso, mas não significa que seja variado, a wifi do nosso quarto – que era enorme – era uma merda. Mas o chuveiro? Nossa… Certas amigas fez até sequeço com o chuveiro de tão bom que era. Mas era um pouco longe do miolo do centro.

Adoramos Sucre. O centro histórico é bonitinho-inho e o resto da cidade é feio. Tem muito pedinte. Eu tava vendo a hora que Wanessah ia se atracar mais uma chola de tão irritada que ela já tava. Ahhhh, vimos uma briga de cholas ao vivo e a cores no meio da praça. Foi deprimente.

Ficamos 3 noites na cidade antes de ir pra Uyuni. Passamos nosso Natal aqui. Conhecemos pessoas maravilhosas. Fizemos bar tour (beber até o bar fechar e procurar outro – repetir o processo infinitamente). Vomitei no meio da rua, mas os amigos lindos seguraram meu cabelon, conheci o amor da minha vida num bar (mas ele não sabe). Ensinei umas gringa burra a dançar funk. Gravei o melhor vídeo da vida de Wan dançando macarena. Comi igual uma porca parida. Gastei meus dinheiro tudo em tranqueira. BTW, se você for pro Peru, guarda seu dinheirinho pra comprar souvenires lá porque é mais barato e é tudo a mesma coisa.

Enfim, o que fazer em sucre:

  • Comer. A comida é boa e barata.
  • Beber. A bebida é boa e muito barata.
  • Visitar o cemitério
  • Visitar o mercado central
  • Visitar a faculdade de direito, o museu da recoleta, o templo-museu San Francisco de Asís e coisas do gênero
  • Ver o tempo passar na praça central
  • Passar ódio com pedintes.

Importante:

  • Compre caramelo de coca na FARMÁCIA e não na drogaria. Espero que você saiba a diferença. E TEM QUE SER o que vem no saquinho de pano;
  • Compre pomada de coca pra passar na canela dolorida. (Amiga Carine me deu essa dica e eu passo pra frente pois é ótima);
  • Se for comprar tranqueira, saiba barganhar.

Beijos, arrasem, sucre é amorzinho mas o codinome ‘cidade branca’ é balela. Fotos abajo.

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Meio de transporte
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Meio de transporte 2
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Lindas no aeroporto de Sucre
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Terraço do hostal CasArte
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Foto para saber o que tinha no varal em caso de sumiço de roupas.
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Presente de Natal de Wanessah – Boneca vudu
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Plenas
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Melhor sanduíche da cidade. Não me peça endereço pois achamos essa birosca quando estávamos errrr out of ourselves
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Relatos
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24.12.2016 ❤